sábado, 13 de outubro de 2007
Oops! I did it again!
Post sem sentido, pensado às 4h da manhã, na 3ª noite consecutiva de insónia!
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Fim de semana!
Ainda por cima, vejo que os meus bloggers de eleição andam todos como... assim… mais para lá do que para cá e isso desanima-me!
Vá lá! Quero boas notícias!
Entretanto, ficam aqui mais umas sugestões de restaurantes e bares.
Enviado pela Maria da Conceição, que não é blogger, mas gosta de nós!!!
ADEGA DAS GRAVATAS (desde 1908)
Travessa do Pregoeiro, 15
Carnide – 1600-587 Lisboa
Telf: 21 714 36 22
"É um restaurante típico, k tem uma decoração fora do normal (coleccionam gravatas), para além disso a comida é espectacular."
E mais este, enviado pela Mighty Aphrodite:
“Império dos Sentidos
Fica no Bairro Alto, mais propriamente na Rua da Atalaia 35/37, 1200-037 LISBOA.
A ementa é sobretudo de inspiração italiana, mas já aderiu à chamada cozinha de fusão, integrando alimentos tradicionais com a culinária de vanguarda, com resultados muito interessantes. o preço é ronda os 20/25 € por pessoa, dependendo do que se bebe e da sobremesa.Além disso, é um misto de restaurante e galeria de arte, pois as paredes estão cobertas de telas e quadros de artistas emergentes, que ali expõem e tentam vender a sua obra."
Pessoal, bom fim-de-semana!
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
LATÃO!
CURTAS
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Uma tarde no hospital...
- 26.
- Tem namorado?
- Não… estou entre namorados… (sorriso)
- Quer namorar comigo?
- Não.
- Mas que mulher tão má! Não se diz não. Diz que vai pensar… talvez…
- Para quê? Não dou falsas esperanças. Mais vale dizer logo que não.
- Na minha idade não gostamos de ouvir um não. Queremos ser enganados.
- Ah!... ok.
- Acho que precisa de um namorado baixinho, gordinho e de cabelo grisalho. Não acha?
- Não… mas, vou pensar… ver na minha agenda se tenho uma vaga…
- Ah! Está a ver? É assim que se faz.
(risos)
Ok. Tive esta conversa ontem com um médico. Enquanto ele falava, eu só pensava que a seguir me ia dizer que tinha uma qualquer doença degenerativa dos músculos, ossos… eu sei lá!
Tive uma consulta com o meu ortopedista. Fui-lhe mostrar os resultados do electromiograma que fiz (agulhas e choques) ao pulso esquerdo. Já sabia que não acusava nada. O bom de se ter seguro de saúde é que dali fui directa fazer outro raio x, desta vez aos 2 pulsos. Voltei ao consultório com o resultado. O médico foi falar com um colega e volta para me mandar fazer um tac. Há pessoas que esperam meses e pagam balúrdios… eu esperei 10 minutos e paguei… nada. O médico que analisou o tac, chama um terceiro médico e este leva-me para junto da sala de ecografias, de onde saiu uma grávida. Disse para esperar e desapareceu. Vem uma auxiliar e diz que vou fazer uma ecografia. Imaginem o meu estado de ansiedade que julguei que os tipos pensavam que eu estava grávida e que isso se reflectia no meu pulso. Mas, afinal era uma eco ao pulso, mesmo.
E então, o terceiro médico começa com esta conversa. E eu a pensar… “Venho sempre ao médico com a certeza que não é nada grave e que a ciência tudo cura e este está a acalmar-me porque me vai dizer qualquer coisa má.”
Mas não, tudo não passa de uns nervozitos inflamados e sim, a ciência vai curar-me.
Se calhar devia ter pedido o número de telemóvel ao médico. Afinal, sempre tive queda para homens mais velhos!
;-D
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Com licença... vou vomitar e já venho!
Este Sábado, li na revista do JN, uma entrevista ao Reitor do Santuário de Fátima, monsenhor Luciano Guerra, e mal pude crer no que os meus olhos viam quando leio o seguinte:
Jornalista – “Em todo o caso, na sua opinião, o que falta à Igreja em Portugal para evitar esse afastamento dos crentes?”
Monsenhor – “Tanto pode faltar à Igreja como a esses que se afastaram. Muito por culpa própria, porque se afastaram, para caminhos, enfim… para os caminhos do divórcio, da infidelidade, da corrupção…”
Jornalista – “Isso antigamente acontecia de igual modo. As pessoas eram talvez mais hipócritas…”
Monsenhor – “Mas hoje são ainda mais. Os divorciados passam por períodos imensos de hipocrisia antes de consumar o divórcio.”
Jornalista – “Havia vidas desgraçadas quando não existiam divórcios…”
Monsenhor – “Havia e hoje também há. E agora até há mais. No tempo em que não havia divórcios, havia situações bastante dolorosas, mas a pessoa resignava-se. A mulher dizia: calhou-me este homem, não tenho outra possibilidade, vou fazer o que posso. Ao passo que hoje as pessoas querem safar-se de uma situação e caiem noutras piores.”
Jornalista – “Na sua opinião, uma mulher que é agredida pelo marido deve manter o casamento ou divorciar-se?”
Monsenhor – “Depende do grau de agressão.”
Jornalista – “O que é isso do grau de agressão?”
Monsenhor – “Há o individuo que bate na mulher todas as semanas e há o individuo que dá um soco na mulher de três em três anos.”
Jornalista – “Então reformulo a questão: agressões pontuais justificam um divórcio?”
Monsenhor – “Eu, pelo menos, se estivesse na parte da mulher que tivesse um marido que a amava verdadeiramente no resto do tempo, achava que não. Evidentemente que era um abuso, mas não era um abuso de gravidade suficiente para deixar um homem que a amava.”
Ok! Ficamos por aqui no que toca à entrevista. Perdoem-me a franqueza, mas este homem deveria estar internado.
Por favor! Terei lido bem? Se o meu (hipotético) marido me der sovas que gastem 1 hora do meu dia, eu não devo levar isso em conta, porque feitas as contas, ela AMA-ME VERDADEIRAMENTE durante as restantes 23h?!
É a opinião de um homem. Mas um homem cuja opinião tem imenso peso dentro de um determinado círculo. Imagino o homem abusador, que sova a mulher diariamente, a ler este artigo e a pensar “Deus não me condena!” e, depois, imagino a mulher deste homem a recorrer ao padre à procura de um conselho e a ouvir “Aguenta-te! Serás pecadora se te divorciares.”
Pessoalmente… gostaria que todas as associações de direitos humanos e de igualdade se juntassem e processassem este bicho!
sábado, 6 de outubro de 2007
O PADRÃO
Excluindo os namoricos da adolescência, pois realmente não podemos dar-lhe importância, o meu padrão começou de forma suave, suavemente com o meu primeiro namorado a sério, aos 18 ou 19 anos.
PADRÃO: Falava constantemente na ex-namorada; amuava sempre que não lhe dava a atenção que queria (ou seja, tinha de estar sempre disponível).
Aquilo durou para aí uns 3 meses e porque eu era de facto muito ingénua. Quando um homem fala constantemente numa ex (e de preferência mal) é sinal que ainda a quer. Vão por mim, a relação terminou no dia em que ele me contou que a ex lhe tinha ligado porque queria encontrar-se com ele, o gajo foi (sem me contar, óbvio) e veio extremamente f*d*do porque ela só lhe quis devolver umas coisas que ainda tinha dele.
Um ano e pico depois, conheço o que se tornou o meu segundo namorado.
Neste caso, penso que não tinha motivos para me preocupar. O tipo era bem mais velho que eu. Ele tinha já 29 anos, eu só tinha 21. Pensei cá para mim que com aquela idade, já devia saber o que queria. Bom, na bagagem, ele trazia uma relação de 6 anos, terminada 2 anos antes. Por mera precaução, quando começamos a sair mais amiúde, perguntei-lhe como se sentia em relação a isso. A resposta foi simples “Já se passaram 2 anos.”, com aquele ar de “Por favor, é mais que passado.” Bom, para mim isso bastou. E a verdade é que nunca me falou nela. Resultado, namorávamos há 7 meses quando ele soube que a ex estava novamente livre e acabou comigo com um simples “Preciso de um tempo”. 4 anos depois… ainda me pergunto quanto mais tempo ele precisa, porque nunca mais me disse nada. ;-D
Meses depois, não posso precisar quantos, mas creio que meio ano, conheci um rapaz nas férias, também ele a rondar os 30. O caso era ainda mais gritante: 12 anos de relação, terminada meses antes. Era Verão (e eu não acredito na duração dos romances de Verão) e portanto pensei que mal faria sair com o rapaz por uns tempos. Bom, não chegou ao mês. Não aguentei quando me comparava constantemente à rapariga, sempre a meu favor, claro, mas ainda assim… (PS: Este é o tal que casou este Verão e ainda não me esqueceu! Eheheeh Animal…)
Depois disto, passaram-se mais de 2 anos, quase 3, até voltar a sair com alguém. É aqui que entra o R., o tal que me fez a vida negra durante meses.
Fisicamente, é tal como eu gosto, mais para o fortezinho e bem mais alto que eu. Eu tinha 25, ele quase 30. A coisa começou bem, até descobrir que havia uma filha. Pensei cá para mim “onde há filha, há mãe”. E tinha razão, claro. Nunca se tinham casado, e supostamente não viviam juntos, estavam separados há meses. Mal soube isso, não quis sair mais com ele. Para quê arriscar? Mas, houve uma coisa que eu não esperava e que ainda hoje não tive com mais ninguém: aquela verdadeira atracção física, quando basta um olhar para nos incendiarmos totalmente. Nesse aspecto fomos sempre, até ao último dia, completamente compatíveis. E foi também isso que me fez ficar com ele tanto tempo, apesar de sentir que alguma coisa estava mal. Durante 3 ou 4 meses foi uma relação fantástica. Tirando a óbvia afinidade sexual, havia entre nós uma verdadeira harmonia. Estávamos juntos, estávamos bem. Infelizmente, havia os problemas relacionados com a criança e a má relação com a ex, até que… afinal não havia ex. Ele vivia com ela, nunca estiveram separados. Coisa que nunca entendi porque passávamos tanto tempo juntos, falávamos imenso ao telefone, sms, msn… a toda a hora. Como ele fazia, eu não sei. Sei que o mundo ruiu no dia em que descobri. A história continua mais um pouco, com ele a sair de casa, a cercar-me constantemente, mas realmente sem nunca ter tido intenção de a deixar. Na verdade, mudaram de casa e de freguesia. Hoje, vive a uns 200 mts da minha casa. J
Foi a relação que mais dificuldade me deu para a superar. Até porque mesmo vivendo assumidamente com ela, a tão pouca distância de mim, nunca deixou de me importunar. Mas, realmente chegou uma altura em que estava tão farta e desejei-lhe entre outras coisas que ele morresse. E então, ele parou. (5 meses depois, nova carga… mas nunca mais terá a força que já teve.)
Entretanto conheci o P., mas não tivemos tempo de criar laços, devido à distância geográfica. No entanto, admito que ele devolveu-me a fé nos homens. Porque sinto que foi sempre correcto comigo, não disse o que não sentia, não me enganou, enquanto esteve comigo, realmente esteve comigo.
Mas, lá está, por muita boa vontade que se tenha, chega um ponto que começa a ser realmente difícil viver as coisas com o mesmo ânimo e expectativa de outros tempos. No entanto, eu acredito que é possível e faço os possíveis e impossíveis para arrumar bem direitinha toda a minha bagagem, de modo a que ela não me caia em cima a qualquer momento.
Recentemente, conheci um homem, que à partida personificava tudo o que sempre quis: bonito, inteligente, culto, viajado… Esse tipo de pessoa faz-me sentir uma menina e eu gosto disso. Porque já tenho de ser uma mulher independente durante 90% do tempo, e sabe-me bem entregar as rédeas a alguém, de vez em quando. Bom, o padrão… mais uma vez. Havia uma ex, havia bagagem mal-arrumada e, no final, fiquei eu, novamente de mãos a abanar, porque quis ficar e ver no que ia dar. Ele disse que nunca mais voltariam, mas o certo é que eu sabia que ela ainda habitava na cabeça e coração dele. E como tal, um belo dia, numa hora falámos de um futuro encontro, na outra no final de tudo, porque ela tinha voltado. Neste momento, ando a lamber as feridas do orgulho ferido, mas nada que eu não saiba já fazer na perfeição.
E é assim… chego aos 26 anos, com 1 bagagem constituída por 5 malas, umas maiores outras menores e dou por mim a pensar que realmente não preciso de mais. E a pensar, como é que se mudam gostos, prioridades e hábitos… de forma a mudar o padrão. Sinto que tenho de mudar eu própria e isso não me agrada nada, porque sempre gostei de mim tal como sou.
Gosto de olhar para mim e sentir que ainda sou uma menina, mas não de pensar que sou uma tola ingénua que cai sempre na mesma esparrela. No entanto, o meu medo de ficar diferente, amarga e triste, desconfiada, é tão grande, que continuo a preferir viver os momentos enquanto posso e sofrer as consequências depois, que deixar de viver alguns poucos momentos bons para não viver, simplesmente.
Este post não é uma cantiga da carochinha. Não espero convites nem declarações e tampouco palmadinhas nas costas. Simplesmente, é uma constatação minha do resultado de todas as minhas aventuras na minha curta vida. Se o resultado é positivo? Espero que sim. Espero da próxima vez, continuar a confiar e a acreditar… mesmo sabendo que poderá resultar mal.
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Afinal havia outra!
Geralmente, acham-me sempre uma pessoa fantástica, inteligente e até… ai! como é que era?... ah, já sei!... descontraída! Sim, nunca encontraram ninguém como eu… mas no final voltam sempre para as ex que lhes faziam a vida negra, que lhes f*d*am o juízo… enfim, cosas de la vida!
Na verdade, coisas da minha vida… porque isto já é um padrão! É quase como os meus acidentes de carro! Existe um padrão! De três em três anos lá vem novo estouro e uma reparação de me fazer vir as lágrimas aos olhos… o custo, não a reparação. Aliás, choro mais a ver a conta, que propriamente a espatifar-me no muro e rails!
A outra….
Ontem, a ler um post das gajas boas, vou para comentar e descubro… que já comentei! Yes! Mal abro a caixa dos comentários vejo lá um da Babe. E pensei “Olha, é desta que estou mesmo cácá! Não só não me lembro de já ter lido este post, como nem me lembro de o comentar.” Mas, os neurónimos da Babe (Certificada) ainda tinham um réstio de força e… usaram-na para me fazer perceber que… Afinal há outra! Mas não é Certificada!
Por isso, sempre que virem um comentário da Babe… não sou eu! Não mandem beijinhos nem flores a pensar em mim. Os meus ficarão assinados como devem ser: “Babe Certificada”!
Isto para dizer… que Babe há só uma! Sim, sou fantástica, inteligente e… descontraída! (Agora já falo da vida real, não da virtual.) E nunca serei uma cabra que faz a vida negra aos gajos, que os controla, que lhes faz cenas de ciúme e exige provas de amor estapafúrdias constantes… porque eu sou uma gaja a sério, independente e equilibrada e com respeito pelos outros. E quando gosto, faço tudo para agradar, não sou egoísta! Posso não ser boa cozinheira (nem gosto de comer o que cozinho), nem passar a roupa devidamente a ferro, nem apreciar jazz ou conduzir a alta velocidade como se estivesse numa pista, mas sou uma excelente pessoa e não é por acaso que… Sim, sou Certificada!
(Peço desculpa pelo desabafo… mas a m*rda do orgulho ferido custa a sarar!)
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Bases para um casamento feliz!!! ehehehehe
Outro caso, é o daquele actor/ modelo José Fidalgo, que casou recentemente com uma mulher mais velha 14 anos e empresária. Há sempre a menção dos bens da senhora, como se ela não fosse nada sem eles.
Em todos os níveis sociais há snobismo, elitismo… chamem-lhe o que quiserem. Se um jogador de futebol casa com uma modelo, não há nada a apontar. Se ele casa com uma empregada de café, há a constante (leve) insinuação de que ela subiu na vida através do casamento, como se de uma interesseira fosse. Então, se engravida é quase a cereja em cima do bolo, é a prova que faltava do interesse dela.
Jogador de futebol com modelo ou actriz – aceitável
Jogador de futebol com empregada de mesa – interesse
Actriz ou modelo com empresário – aceitável
Actriz ou modelo com trolha – interesse
Mas, se ao menos isto acontecesse apenas com personalidades públicas! A verdade é que é em todo o lado. Por exemplo, eu, como empregada de escritório que sou, não interessa se bonita e inteligente, com um nível de cultura aceitável, não posso aspirar a mais que um casamento com um técnico de informática ou contabilista. Se me casasse com um empresário seria sempre apontada como tendo feito “um bom casamento”. (Não interessa se realmente gostasse dele, independentemente do dinheiro do homem.) E, casar com um trolha é como se descesse de nível. Trolha casa com costureira, licenciado com licenciada…
Em conversa com uma amiga, ela diz-me que é algo “natural”, se lhe podemos dar esta palavra, pois no caso das modelos, por exemplo, elas atingem um nível em que são desejadas por todos os homens. Não interessa se não dizem nada de jeito, se não sabem somar 2+2… todos os homens as querem, pela sua beleza, sensualidade e poder de atracção. E isso faz com que tenha maior leque de escolhas. O homem terá de se sobressair para a poder conquistar, e sim, o dinheiro é poder!
Os próprios homens sabem que têm de ter algo que os faça parecer superiores. Se tiverem dinheiro, terão de ser mais espertos, mais sedutores que os outros. Eles sabem que ao terem poder, já podem exigir mais, podem pretender uma mulher que seja inalcançável aos olhos da maioria.
Imaginem o Cristiano Ronaldo. Ele é bonito do pescoço para baixo. Se não fosse jogador de futebol e cheio de dinheiro, se fosse um simples empregado de armazém, que se cruzava com a Merche Romero, acham que ela olharia 2 vezes para ele? Não. Até acredito que poderia vir a gostar dele, mesmo sem aquele poder todo, caso o conhecesse há muito tempo através de amigos, mas ela está num patamar em que pode exigir homens famosos ou endinheirados e portanto, não irá perder tempo com alguém supostamente inferior a ela (mesmo que seja outra sem nada de inteligente para dizer).
Infelizmente, é também por isso que a maioria dos casamentos ou relações terminam rapidamente. Ao levarem apenas em conta pormenores como é bonita, elegante e sabe estar; boa na cama e mesmo gosto musical, “posso apresentá-la à família que não passarei vergonhas” e esquecendo pormenores como “é egoísta e insensível, mal-humorada e exigente”…
São muito poucos os que não ligam a esses pormenores. O ideal mesmo é uma senhora em público e uma p.u.t.a. na cama! Se ela se preocupa com o bem-estar dele, com a felicidade dele… é secundário. O importante mesmo é que se possa levá-la a qualquer lado!
(O mesmo para as mulheres, óbvio!)
domingo, 30 de setembro de 2007
Ciúme
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Homens? Não, animais...
BoaNaCama

quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Aceitar que perdi
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Comunicado
Entretanto, fica aqui uma forma gira de saberem quando estão bloqueados por alguém no msn. Atenção! Quem me facultou esta informação, avisou-me que nem sempre é fiável, mas quando há suspeitas... sempre pode servir.
http://www.checkmessenger2.net/pt/s/check-messenger
Big girls don't cry
terça-feira, 25 de setembro de 2007
A saga das entrevistas
sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Cunhas
Quando a cura mata o paciente
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Mulher limpa

quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Comia-te toda

sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Atracção???
Situação 1: Fisicamente nota 10 (bonito, bem constituído, bom gosto), mas não dá uma para a caixa. Mesmo assim, saímos uma ou outra vez com ele. Afinal, ele é mesmo jeitoso e sempre lava as vistas. No entanto, ao fim de 3 ou 4 saídas, já não há como disfarçar a falta de cérebro do tipo, e a beleza dele começa a desvanecer-se a olhos vistos. Da atracção inicial nem sombra. Acabam-se as saídas.
HOMEM
Situação 1: Fisicamente nota 10+ (bonita, boa, boa), mas burra como uma porta. Claro que se sai com ela, de preferência depois do jantar (não vá perder a fome com aquela conversa sem nexo), mostrar a "febra" aos amigos e depois... directos para o quarto. Que interessa se não diz nada de jeito? É boooooaaaa!
MULHER
HOMEM
Situação 2: Fisicamente nota 7 puxadinha (é atraente, dá para comer e sabe vestir-se), além do mais até diz umas coisas engraçadas. As vantagens de andar com uma miúda assim são: não passarão vergonha quando a apresentarem aos amigos (atraente e sabe falar) e para os gajos que só querem dar umas voltinhas, há outras mais atractivas. Um dia, quem sabe, até podem considerar a ideia de casar ou viverem juntos.
MULHER
Situação 3: Fisicamente... feio, esqueléctico (ou peso pesado plus), veste mal... haverá nota possível? É divertido, boa conversa, inteligente... Se for podre de rico podemos sempre dizer que gostamos dele apenas como amigo e ainda receber uns presentes de vez em quando. Se nem cheta tiver… os padres querem-se divertidos e inteligentes… porque não?

HOMEM

quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Superar as marcas
"(...) Na vida, todas as experiências marcam, as boas e, especialmente, as más. Quando são experiências a nível afectivo e emocional, essas (más) marcas perduram muito mais tempo, e até que consigamos olhar para elas como simples vivências do passado e não permitamos que elas interfiram no presente, vai alguma distância.
Sou da opinião que quem passa por alguns maus relacionamentos pode acabar de duas formas:
a) a saber exactamente o que quer de uma relação e a reconhecer as coisas boas quando elas estão a acontecer, ou
b) desconfiada, esperando sempre a desilusão e duvidando das coisas boas quando elas acontecem.
Ora bem, isto não é algo que se possa ensinar. Cabe a todos nós tentar reagir da melhor forma. Mas o nosso próprio carácter, o ambiente em que estamos inseridos, e as próprias marcas (sim, que há algumas bem feias) podem dificultar em muito uma constante atitude positiva.
Li algures que é mais fácil ser infeliz que feliz. O meu conselho é este, tudo o que vale a pena tem de ser trabalhado."
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Café Central

terça-feira, 11 de setembro de 2007
Centro de Emprego
Sô Doutor


segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Oferta sim, e procura?


sexta-feira, 7 de setembro de 2007
:-( Sou uma vítima...
1º Dia mais triste da minha vida: Não me lembro. Juro. Lembro-me de momentos menos bons, dias tristes, sim, mas o mais triste não. Geralmente, quando as coisas dão para o torto eu não deixo o oxigénio chegar ao cérebro, começo a entrar em parafuso, delírios e tal, por isso quando volto ao normal (se isso existe) já nem me lembro do que se estava a passar.
2º Dia mais feliz da minha vida: É outro. As sucessivas falhas de oxigénio no cérebro começaram a criar vários estragos e por isso, vivo constantemente no mundo da lua, perdendo várias vezes a noção da realidade. Mas, de certeza que tive um... penso...
3º Manias: Mas quem é que quer saber isto? Sei lá, começar a ler os jornais e revistas pelo fim, ligar o ar-condicionado e as janelas do carro ao mesmo tempo... A sério??? Interessa para alguma coisa???
4º Filme preferido: Filadélfia. Por muitas vezes que o veja, choro sempre. Adoro. (E eu não vejo dramas!)
5º Poeta preferido: O único que me dei ao trabalho de ler e até apreciei um ou outro poema: Fernando Pessoa.
6º Comida preferida: Ahhhh! Chegámos à melhor parte. Hmmm... basicamente adoro pratos italianos. Depois, perco-me com arroz de tamboril. Bacalhau é essencial. Ok. Adoro comer... comida! Gosto de experimentar.
7º Sou muito: (Espero que isto não seja para usar contra mim no futuro, ok?!) Teimosa, obstinada, impaciente, irrequieta, insatisfeita... mas também... tenho coisas boas... tipo... hmmm... pois... (deixem-me pensa que depois digo)
8º Viagem de sonho: Numa só palavra AUSTRÁLIA!!!
9º Gosto de: É pá! Tanta coisa! Ler, fazer compras, comer, tomar café com as amigas, namorar, trabalhar (consequência da falta de oxigénio)... Gosto da vida em geral, mesmo com alguns momentos menos bons...
(E agora, não vou nomear ninguém para o castigo, mas... sou mulher, assumo que mudo de ideias com frequência... por isso... cuidado. Muitooo cuidado!)
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Vocês mimam-me demais!


Conversa de cama

Típico

quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Dicionário

Respostas ao MEU desafio

2) "Cardoso" - Estrada Nacional 4, Passil. Telefone - 21 231 92 39 (também na margem sul. Convém salientar que é o restaurante que faz concorrência directa com o "Velho Cangalho" - quando um está fechado vai-se ao outro... também convém marcar mesa com alguma antecedência porque a casa é mais pequena).
Bares
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Chibar ou não?
